Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge

[rating: 2.5]

Mostre, não diga. Vale a pena repetir a frase em inglês: “Show, don’t tell”. Essa expressão, conhecida no mundo todo, é seguida há mais de um século por escritores, publicitários, roteiristas e profissionais que lidam com narrativa. Todo esse pessoal sabe que um enredo, pessoa ou objeto fica mais interessante e sedutor e irresistível quando a imaginação do público que consome essa informação é envolvida no processo cognitivo de processá-la e interpretá-la. De alguma maneira, alguém precisa urgentemente lembrar Christopher Nolan disso. É por causa do bombardeio incessante de exposição verbal promovido pelo diretor e roteirista que “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (The Dark Knight Rises, EUA, 2012) se mostra tão irregular.

De modo geral, os melhores diretores de cinema são adeptos incondicionais desse mantra. Contar uma história com economia de exposição significa usar mais a criatividade para manter o espectador conectado à progressão dramática da história, como bem sabiam craques como John Ford e Alfred Hitchcock. Nos filmes deles, os personagens pouco falavam. A ação era expressa através de olhares, movimentos, ações físicas rotineiras. Esses dois gênios filmavam roteiros com média de seis a sete frases por minuto. Os filmes de Sergio Leone, outro gigante, tinham três ou quatro frases por minuto (não estou chutando; contei pessoalmente as frases de vários longas-metragens desses diretores, na pesquisa de doutorado que desenvolvi).

Os personagens de “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge” pronunciam nada menos do que doze frases por minutos, o dobro da média dos filmes de Ford e mais do que o triplo de Leone. São quase duas mil linhas de diálogo para 164 minutos de filme (estou me baseando aqui em legendas do filme encontradas na Internet). Boa parte desses diálogos consiste de bobagens que beiram o ridículo. Em pleno terceiro ato, quando o filme se aproxima do clímax supostamente épico, Batman (Christian Bale) e o terrorista Bane (Tom Hardy), antagonista que sitiou Gotham City e promoveu a destruição em massa na cidade, se encontram em meio a uma enorme batalha. “Você voltou a Gotham para morrer?”, pergunta o vilão. “Não. Voltei para detê-lo!”, responde o Homem-Morcego, partindo para o pau. É difícil aceitar um diálogo de quinta categoria como esse num filme que alguns consideram legítimo sucessor de “O Poderoso Chefão”! Santa breguice, Robin!

O pior de tudo é que este não é, nem de longe, o primeiro filme em que Nolan se vê acometido do dom da verborragia. O mesmo problema aparece nos dois primeiros filmes do Batman que ele dirigiu (em menor intensidade), no bom “O Grande Truque” (2006) e no paparicadíssimo “A Origem” (2010) – e é preciso lembrar que nesse último, quando o problema começou a ficar particularmente sério, o diretor/roteirista já gastara quase uma hora para explicar ao espectador como funcionava o conceito da invasão de sonhos que dominava a realidade do filme. Aqui, já que não existe diferença entre o mundo da ficção e o da platéia, Nolan é obrigado a criar dezenas de cenas com diálogos para desenvolver as quase duas dúzias de personagens e subtramas que povoam a história. Essa superpopulação tem um efeito direto no ritmo do filme, que via de regra intercala uma longa seqüência de ação/batalha (em média, uma a cada 20 ou 30 minutos) com meia dúzia de cenas fartamente dialogadas, que explicam as motivações dos personagens tintim por tintim.

Outra conseqüência do excesso de personagens e subtramas é a necessidade de eliminar cenas de transição que enfatizem a passagem do tempo, para evitar que a duração final não ultrapasse três horas de projeção. Um filme tão longo reduziria o número diário de exibições, reduzindo a margem de lucro. Nenhum grande estúdio permitiria algo assim em uma produção de US$ 250 milhões. Por isso, quando o milionário Bruce Wayne (Bale) sai de um continente sem um tostão no bolso e reaparece em outro na cena seguinte, alguns segundos depois, resta a Nolan acrescentar um diálogo entre dois personagens secundários, no qual um deles explica ao outro (na verdade, explica ao público) que Wayne levou 23 dias para fazer a viagem. Através desse personagem, Nolan fala, não mostra. É por isso que o filme é fraco. Filme não é remédio, não deveria precisar de bula para ser compreendido.

Aliás, vale a pena reforçar que tramas com grande quantidade de personagens não precisam recorrer a essa estratégia narrativa por falta de opção do diretor. Apenas para dar um exemplo, em “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban” (2004), o diretor Alfonso Cuaron ilustra o tempo transcorrido através de planos curtos que mostram uma árvore sofrendo os efeitos de cada um das estações do ano – folhas caem no outono, neve aparece nos galhos no inverno, derrete no verão, e por aí adiante. Mesmo sem ser genial, trata-se de uma solução simples, elegante, 100% visual e sem palavras. Cuaron mostra, não fala. Pede que o espectador interprete as imagens e deduza a passagem do tempo pelas mudanças de estação. Nada complicado, mas ainda assim uma demanda que exige algum esforço interpretativo e mantém o papel ativo da platéia, na experiência de decodificar a trama. E estou falando de um filme feito para crianças e adolescentes!

Na parte técnica, não há de que reclamar. Nolan mantém as figuras-chave da equipe criativa (fotografia de Wally Pfister, música de Hans Zimmer, desenho de produção de Nathan Crawley e Kevin Kavanaugh), o que sinaliza a manutenção do clima soturno e da paleta de cores dessaturadas dos dois filmes anteriores. Há que se destacar o bom trabalho do elenco em geral (há muitos nomes oriundos de “A Origem”, incluindo aí o excelente Tom Hardy, intérprete do vilão Bane que tem apenas uma rápida tomada sem máscara) e o trabalho interessante com as vozes dos atores – Christian Bale repete a estratégia de tornar a voz do Batman mais gutural e selvagem do que o tom pacífico de Wayne, e Bane ganha uma voz com realce hiper-real nas baixas freqüências, talvez exagerada em excesso, mas ainda assim interessante.

Nem todos os elogios ao excelente trabalho visual, porém, seriam capazes de obscurecer os problemas de roteiro. Após 2h45 de ritmo irregular e poucas cenas realmente intensas (a seqüência de abertura, um seqüestro ousado dentro de um avião, se destaca), “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge” encerra a trilogia de modo ambíguo, mais ou menos como Nolan já ensaiara em “A Origem”. Não é apenas o capítulo mais tagarela da trilogia, mas também o mais fraco.

– Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises, EUA, 2012)
Direção: Christopher Nolan
Elenco: Christian Bale, Michael Caine, Tom Hardy, Marion Cottilard
Duração: 164 minutos

37 comentários em “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge

  1. Respeito seus argumentos (e você justifica todos eles) porém não concordo. Achei o filme muito bom, mesmo. Eu mudaria umas três coisas no filme mas no geral é ótimo. Não mostraria o Bruce no filme, por exemplo, apenas o rosto do Alfred, surpreso e feliz. Iria ficar subentendido o que ele viu e a dúvida seria bem interessante. Alguns diálogos “bobos” são típicos de enfrentamento de vilões e heróis nas HQs. Mas acho que a trilogia foi fechada de maneira digna. Porém, respeito sua crítica.
    p.s.: dizem que o filme ficou com 4h20min de duração mais ou menos e que foi cortado para o cinema, quem sabe não saia completo em blu-ray e dvd…

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  2. Acho que assim como você, eu também não achei essa maravilha toda o filme, mas você o “detonou” mais do que eu, e é bom ler algo que esteja fora desse hype. Pelo menos não encontrei alguém que achasse um legítimo sucessor de O Poderoso Chefão, o que convenhamos é demais né?

    Um forte abraço!

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  3. Respeito sua opnião, mas acredito que você foi um pouco exagerado, isso é coisa de HQ cara, tem que ser assim mesmo, aquele final onde o vilão conta seu plano todo no final, isso é do Batman do seriado, só quem é fã entende.

    Essa frase “Mostre, não diga.” é realmente interessante, mas eu acredito que não há necessidade de todos os filmes serem assim, isso não tem que ser obrigatório em todos os filmes, apenas isso.

    E a comparação que você fez com Harry Potter sobre as estações na árvore foi totalmente sem sentido, porque no Batman se passaram quase 5 meses e não teve frase alguma dizendo que estamos no dia tal, apenas trechos dizendo que faltavam uma quantidade de tempo para a bomba explodir e o cenário mudando, ou seja, só pelo cenário já dava para perceber que estava se passando o tempo…
    Bem é isso ai. =)

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  4. Robson e Matt, perdi as contas de quantas vezes já ouvi esse argumento sobre histórias de HQs serem diferentes. Considero um argumento inadequado. Um filme é um filme, ponto. Não é uma revista em quadrinhos filmada. Não existe razão para supor que um filme, por ser baseado em quadrinhos, deva ser julgado com critérios diferentes de outros filmes. A questão é puramente narrativa. Uma boa história em quadrinhos pode virar um filme ruim, se o diretor não consegue adaptar a história à nova mídia. Foi isso que ocorreu aqui, em minha opinião. Claro que essa é apenas minha opinião. Abraços

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  5. Concordo que são linguagens diferentes com especificidades diferentes. Porém, mesmo com o exagero de explicações, achei uma grande adaptação de HQs (de várias inclusive). Essa trilogia foi algo que esse personagem merecia há tempos no cinema (ainda mais depois de Batman e Robin) Como eu disse, pode não ser perfeito mas é muito bom. E, será que adpatações de HQs não teriam particularidades? Não falo necessariamente em relação à linguagem mas a outras características. Assim como filmes de zumbis, noir, western, etc…? Resumindo, achei a critica negativamente exagerada sim, porém você justifica suas opiniões. Três estrelas no mínimo eu acharia válido….(estou terminando uma crítica minha, depois mostro).

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  6. Duas coisas, Robson:

    (1) outro dia eu estava conversando numa lista de discussão sobre adaptações de quadrinhos, e o modo como os fãs costumam usar esse argumento (“mas é que nos quadrinhos é assim!”). Comentei por lá que isso daria uma boa dissertação de mestrado. E não acho que adaptações de quadrinhos tenham, ou devam ter, qualquer tipo de critério especial de análise. Adaptações de livros e peças teatrais, por exemplo, não têm. Nunca tiveram. Por que com os quadrinhos haveria de ser diferente? E, bom, se você está se referindo a convenções de gênero fílmico (como os duelos nos westerns, por exemplo), acho que não se aplica aqui, porque o conceito de gênero não se adequa a “filme de quadrinhos”, ou algo parecido. O que os fãs dessa mídia costumam levar em consideração nesses filmes é simplesmente a proximidade com o enredo (ou, em alguns casos, com o tom).

    (2) No livro “Hitchcock/Truffaut”, o primeiro – o diretor do melhor filme de todos os tempos na lista de 2012 da Sight & Sound – reclama várias vezes que a crítica de cinema da época (1960) avalia um filme como se avaliasse um livro: analisando o enredo, e não a forma de contá-lo. Essa é a mesmíssima observação que faço ao seu argumento. Ainda que a estória do filme pareça boa (no que eu ainda discordo, mas aceito), ela não é contada de forma criativa, inteligente ou fluida, mas sim aos atropelos e com soluções visuais bem burocráticas.

    Abraços

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  7. “Um Corpo que Cai”. A lista da Sight & Sound saiu na semana passada. Essa é a lista mais prestigiosa de todas, já que é feita por mais de 800 críticos e diretores do mundo todo, desde 1952. A fama de “Cidadão Kane” se deve a essa lista. E este ano, pela primeira vez, um filme diferente de “Kane” assumiu a primeira posição.

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  8. Claro que seria um grande filme. É uma aula de cinema e não deve nada a “Kane”, até porque o estilo de Hitchcock é bem diferente. Listas são subjetivas. Entendo esse tipo de lista como uma radiografia do momento em que ela é elaborada. Quem sabe qual filme liderará a lista de 2022? Pouco importa, afinal…

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  9. Dizer que não deve “nada” a Kane não é um exagero? A gente ouve desde criança que aquele filme do Orson Welles é um “divisor de águas” na história do cinema, e que praticamente todos os cineastas direta ou indiretamente bebem dessa fonte.

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  10. Mas a lista não tenta definir o filme mais influente de todos os tempos, e sim o melhor de todos os tempos. Parece a mesma coisa, mas não é. Olha o que o Inácio Araújo escreveu sobre isso: “Não me espanta Um Corpo que Cai passar Kane. Primeiro, porque a gente se cansa de ter um mesmo favorito. É preciso mudar de temposem tempos. Mas, sobretudo, vale lembrar, o filme de Hitchcock ficou fora de circulação durante décadas, de maneira que é natural que seja assimilado, hoje, com toda força. E, convenhamos, é um filme colossal.”

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  11. Se eu já não gostei do Batman – O cavaleiro das trevas, por causa do excesso de personagens e subtramas, desse então…
    Considero o Batman Begins o melhor dessa trilogia. Acho que dentro da proposta dele, o filme ficou mais ‘redondinho’, bem acabado, do que os que o seguiram.

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  12. Rodrigo, interessante você falar isso sobre o mestrado pois vou tentar o doutorado esse ano com esse tema: adaptações de HQs para o cinema (estou usando o conceito de adptação do Robert Stam e prtendo trabalhar novamente com Bakhtin e memória). No mestrado eu defini as HQs como um gênero discursivo (no conceito de Bakhtin). E a pergunta que te fiz se não teria paricularidades (como os duelos no Western, como você disse) nem eu sei responder, mas pretendo tentar descobrir no doutorado rsrsrsr. Mas, acho, sim (inicialmente), que teria. E entendi o que você disse do modo de analisar um filme. Mas o filme me passou muita emoção mesmo ao assistí-lo, mesmo eu não achando 100%. Acho que falou de muitos temas importantes atuais e antigos (como muitos apontaram o movimento Occupy, a relação com Um Conto de Duas Cidades do Charles, Dickens, o Tea Party, críticas à desigualdade social, etc.) e trabalhou muito bem com toda a memória quadrinística, televisiva e fílmica do Batman ao longo desses 70 anos. E um filme que quase não me fez piscar não pode ser muito fraco (pelo menos pra mim rsrsrsrsr).

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  13. Ah, só mais uma coisa, em relação à música exagerada, achei isso no Cavaleiro das Trevas mas nesse não achei. Tanto que várias cenas (a luta com Bane, os diálogos Bruce/Alfred e outras) não possuem nenhuma música sequer.

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  14. Não existe certo e errado nesse debate, Robson. 🙂 Acho bacana a idéia do seu doutorado: relevante, original, contemporânea. Apenas sugeriria que você procurasse usar um pouco de teoria do cinema nele. Bakhtin é ótimo, mas particularmente acho que para dar conta por inteiro da análise de um filme, é preciso discutir de algum modo as técnicas audiovisuais acionadas pelo criador para gerar significado – e isso é algo que, acho eu, a linguística não resolve sozinha. Basta ver que toda a sua argumentação (correta, aliás) gira em torno do tema, da mensagem, da parte “linguística” do filme, enquanto a minha argumentação já procura discutir o modo como o diretor apresentou essa parte linguística através de imagens e sons. São abordagens distintas (ambas válidas, porque complementares, afinal). Agora, no que toca ao filme ter te passado emoções… lembro aqui que o Hugo Munsterberg, já em 1916, mostrava que um mesmo filme pode emocionar muito algumas pessoas e passar em branco para outras. A questão é que a emoção não é provocada pelo filme em si, mas pelo curto-circuito acionado pelo contato entre o filme e a mente de quem vê. Em parte, pelo menos, essa emoção está em você, e não no filme. 🙂 Abs.

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  15. Concordo contigo, Rodrigo, quando afirmas que “um filme é um filme”, e que não há razão para analisar uma adaptação de histórias em quadrinhos de forma diferente de outros filmes, a menos que fazer remissão ou homenagem às histórias originais, ainda que de forma sutil para puro deleite nerd, seja a intenção do diretor.

    Não creio que o Nolan, apesar de sua tradicional verborragia, tenha pensado em algo diferente de uma homenagem ao Batman de Adam West, no embate final entre Bane e o Cruzado Mascarado. Como a opção inicial da trilogia era contar a história de Batman de uma forma mais realista, escolha do vilão que conta todo o seu plano antes do embate final, para o fecho da trilogia soa equivocada, mas não deixa de ser uma bela homenagem ao mito do personagem, que não compromete o resultado final.

    Talvez o Nolan pudesse fazer isto com maior sutileza, mas não vejo necessidade. O Joss Whedon escancalhou os clichês dos Quadrinhos em Os Vingadores e fez um filme digno do que esperavam os fãs dos gibis. Mas o Whedon tem uma longa bagagem como roteirista de gibis também, sendo responsável pelos roteiros da mais premiada saga dos X-Men dos últimos tempos. Como o roteirista do gibi se comporta também como o diretor no cinema, pode-se dizer que ele sabia exatamente o que queria atingir em sua obra.

    Essa experiência nos gibis faltou ao Nolan, mas ao meu ver, não comprometeu o trabalho.

    Parabéns pela crítica, sou leitor assíduo deste site.

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  16. Concordo que este é o filme mais fraco da trilogia, Rodrigo. Mas, acho que essas falhas que você percebeu e que eu percebi também (especialmente em relação ao roteiro, ao excesso de personagens e subtramas, o que faz com que o personagem, por exemplo, da Marion Cotillard seja muito mal desenvolvido), ficam muito bem escondidas por causa da habilidade de Nolan como diretor. Acho que “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” tem elementos bem interessantes, mas aquele tom condescendente, de que herois são necessários, não combina com o tom obscuro dos filmes dessa série…

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  17. Kamila, teu comentário me lembrou de “O Grande Truque”, que é exatamente um filme sobre a habilidade de desviar o olhar do público para algo insignificante, a fim de esconder o truque que está sendo executado em outro lugar. É por aí que você vê a coisa? 🙂

    George, obrigado pelo elogio. Eu nem tenho condições de comentar teu e-mail, não conheço muito de quadrinhos, a não ser os clássicos (Frank Miller, Alan Moore, etc.).

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  18. É Rodrigo, ainda vou procurar alguns teóricos do cinema pra usar. Estou querendo ver isso. E que bom que você achou a idéia do meu doutorado interessante, escrevendo o projeto no momento.
    E em relação à emoção é isso mesmo, cada um é cada um, com uma subjetividade própria.

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  19. Nao concordo. Um filme que eu esperava desde o final do Cavaleiro das Trevas a 4anos atras, quando vi no cinema, bem ali quando estavam subindo as letrinhas, ja imaginava como iria seria… E foi o que eu esperava. O filme é D+ e por causa de todo um frenesi recente, onde algumas criticas o detonam e outras o elogiam (a maioria, por sinal) e fazem todas as comparações possiveis. Bem… com o tempo vira seu lugar definitivo. Porfim, é so esperar o DVD para completar mais uma das minhas trilogias, e esse que é simplesmente perfeita.

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  20. Gil, lembra (não estou comparando os filmes mas a situação) que em o Poderoso Chefão 3 o filme detonado por muitos? Hoje é bem mais bem aceito. Concordo com algumas críticas do Rodrigo mas já postei minha opinião acima.

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  21. Observando suas críticas, percebo que você é repetitivo. Embora seja um crítico inteligente, seu texto não empolga nem acrescenta muito, porque suas ideias recorrentes tornam sua crítica previsível. O último filme da trilogia de Nolan evidentemente não é o melhor. Mas considerar O Espetacular Homem Aranha melhor do que Batman O Cavaleiro das Trevas Ressurge é, no mínimo, estranho. Já li críticas suas bem mais interessantes.

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  22. Finalmente alguém com um mínimo de lucidez para falar desse filme. Desde que o assisti estava esperando para ler seus comentários. Não achei a crítica nada exagerada (nem de perto tão exagerada quanto a maior parte dos elogios que li por aí) e continuo me surpreendendo com o quanto as pessoas levam para o pessoal qualquer um que não veja TDKR como uma obra-prima.
    O Nolan abusa da boa vontade do público. Os personagens se teletransportam de um lado ao outro, tudo sempre acontece exatamente na hora certa, não existem imprevistos ou desencontros. O universo do filme, por isso mesmo, é chato, quadrado e mecânico. E tive impressão que toda as vezes em que o Nolan tentou sair disso, colocando algum elemento mais humano na cena, ficou mais forçado e fake ainda (falo das justificativas superficiais para as ações da mulher-gato, que só rouba dos ricos e gananciosos, e porque quer uma chance de recomeçar a vida, e do Bane que faz tudo aquilo por amor). Enfim, com certeza esse é de longe o pior dos três filmes.

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  23. Realmente o diretor poderia prolongar o filme um pouco mais, acredito que deveria ter mais uns 30 minutos de filme, para ficar perfeito, mas filme não é novela mexicana, essa coisa mastigada e ridícula que vemos aqui no Brasil, não consigo pensar em trilogia melhor que a do Batman, o Christian eternizou o Bruce, o Nolan eternizou o Batman, acredito mesmo que muitos esperavam algo além da perfeição, talvez algo que nem poderia existir, nunca vi tanta expectativa por um filme, como vi neste, mas dai dar 2 estrelinhas e meia a um filme emocionante, bem feito, com belíssimas atuações, exceto a Marion, que foi péssima, mas ela sempre foi péssima em tudo mesmo, (aquela voz irritante e aquela morte cômica), é no mínimo injusto. Eu vi o filme 6 vezes, e ele ganha sim de Os vingadores e esse homem aranha novo ai? Nem vale a pena comparar, pq não há o que comparar. Um é filme, o outro é um “embromation”….

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  24. Eu concordo com os excessos do filme, mas mesmo assim eu gostei. Deixou o filme – aparentemente – mais dinâmico. Mas..gosto é gosto, critérios técnicos são outra coisa.

    E sobre “Um corpo que cai”, não acho que seja nem o melhor filme do Hitchcock, quanto mais de todos os tempos.

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  25. Eu respeito mas acho que o critico exagerou,o filme não é uma obra prima mas acaba com a trilogia de maneira satisfatória,só perde pro segundo no meu ponto de vista.

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  26. Rodrigo, você voltará algum dia a escrever aqui? Possui outro blog ou site seu que eu possa seguir? Admiro muito todo o seu conhecimento e gostaria de estar sempre a par de suas opiniões e críticas. Obrigado e forte abraço!

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  27. PARTILHAR UMA OPINIÃO É MUITO MAIS ENRIQUECEDOR, QUANDO ANTECEDE A ESTA PESQUISA, CULTURA E CONHECIMENTO SOBRE O OBJETO DA CRÍTICA. NO CASO, FALTOU CULTURA EM HQS E CINEMA.

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  28. Então, VICTOR POLTZER, como você escreveu, faça uma crítica melhor. Você, provavelmente, deve ser uma criança. Então, espere crescer para optar em ser um ignorante, não precisa tomar essa decisão agora.

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  29. Então kkk,Não me lembro do filme que eu quero,Eu Assisti quando eu era pequena,Se Eu Não me engano assisti na sessão da tarde,Era d desenho,Lembro que quase no filme todoo tinha bastante neblina,tinha dois meninos,Ou homens,Acho que era ermãos,O filme é bem fantasia,Os dois encontram uma menininha em uma floresta,Lembro que tinha augo atras dela,Ela era filha de um rei cego que acha que os dois são cavalheiros,O rei que que eles derrotem um homem N me lembro muito bem,Mostra o homem em um cavalo e eles atras dele,O sonho d um dos dois é compra uma fazenda pra cuidar d ovelhas,Lembro tabem que um deles lembra do passado dele,E que os dois brigam no filme,Param d se fala,Mais voltam em frente a uma fogueira,Tambem lembro que no final ele consegue a fazenda o filme fica colorido,E muito legau,Me ajudem….kkkkkkk

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