Watchmen

[rating:3.5]

A expectativa era grande. Nove entre dez leitores de quadrinhos de super-heróis colocam a novela gráfica “Watchmen”, publicada entre 1986 e 1987, no topo da lista das publicações mais interessantes do gênero. Filmando em um momento favorável às adaptações de HQs, com orçamento invejável de US$ 130 milhões e profundo respeito pelo material de origem, o cineasta Zack Snyder tinha tudo para criar um grande filme. As boas intenções são evidentes. Snyder recriou o mundo ficcional imaginado pelo escritor inglês Alan Moore nos mínimos detalhes. Reproduziu cenários com fidelidade canina, utilizou a mesma escala cromática dos gibis, copiou enquadramentos e composições visuais. Ainda assim, fez um filme sem alma, irregular e exagerado, em que boa parte das nuances que davam complexidade e humanidade à história ficaram pelo caminho.

“Watchmen” (EUA, 2009) prova que tratar uma adaptação com respeito absoluto à obra original não significa, necessariamente, uma garantia de qualidade. Pode-se admirar o esforço da equipe criativa liderada por Snyder (cujo “300”, baseado nos quadrinhos de Frank Miller, já era uma demonstração anterior do mesmo teorema, apesar do sucesso de público). As conquistas técnicas constituem uma proeza considerável, e o desenho de produção de Alex McDowell se destaca pela atenção meticulosa demonstrada para com a obra original, algo que pode ser facilmente constatado através de uma comparação entre filme e quadrinhos. Pena que Zack Snyder caiu na cilada de prestar mais atenção na recriação meticulosa do universo fictício imaginado por Alan Moore do que em se ater à tarefa essencial de todo diretor, que é contar uma história com clareza, drama e senso de entretenimento – em resumo, com pathos.

A rigor, o maior pecado de “Watchmen” está na ausência de emoção, na frieza da narrativa. O crítico Walter Chaw, do site especializado Film Freak Central, matou a charada em uma frase: “trata-se de um filme dirigido pelo Dr. Manhattan, quando deveria ter sido feito por Rorschach”, escreveu ele, referindo-se a dois dos principais heróis da história. A analogia é perfeita. A versão cinematográfica de “Watchmen” percorre a história escrita por Alan Moore como um turista que conhece uma nova cidade em dois dias, tirando fotos de tudo, mas sem prestar atenção em nada. Levando em consideração o respeito demonstrado por toda a equipe criativa diante do material original, o resultado final é uma decepção. “Watchmen” falha pelo excesso de estilo nas cenas de ação, falha na condução truncada da narrativa e, pior de tudo, falha pela inclusão de seqüências (como a pavorosamente brega cena de sexo entre o Coruja e a Espectral, dentro da nave que sobrevoa Nova York) que parecem ter sido escritas pelo autor de uma novela mexicana de baixo orçamento.

Não há dúvida de que a parte técnica do longa-metragem, sobretudo na concepção visual, merece elogios. A contratação do desenhista Dave Gibbons, co-autor da HQ original, como consultor da produção já é um indício claro da vontade de Snyder – um fã assumido – em respeitar o máximo possível a visão da obra original. O trabalho do desenhista de produção, Alex McDowell, impressiona positivamente. Ele criou quase 200 cenários, incluindo uma pequena cidade completa, atulhada de objetos cênicos, pôsteres, pichações e detalhes que ajudam a incluir a maioria dos elementos pensados por Moore e Gibbons. Além disso, respeitou a escala cromática da novela gráfica, eliminando da paleta as ensolaradas cores básicas (azul, amarelo e vermelho) e mergulhando de cabeça nas soturnas cores secundárias (verdes, laranjas, marrons e roxos), o que contribui para dar ao universo uma textura sombria e ao mesmo tempo levemente irreal, como uma realidade paralela àquela em que vivemos. Observe, ainda, como os figurinos vão sutilmente se tornando mais escuros durante a progressão da história rumo a um final apocalíptico.

A mesma abordagem é aplicada no roteiro, escrito por David Hayden (dos dois primeiros “X-Men”) e Alex Tse. Seguindo a trilha aberta por Alan Moore, os dois reutilizam boa parte dos diálogos originais, longos trechos da narração em off que percorre o gibi (o diário de Rorschach) e até mesmo a labiríntica estrutura cronológica não-linear, com a ação dramática indo e voltando no tempo durante um período de quatro décadas. O eixo central é a investigação promovida por Rorschach (Jackie Earle Haley) sobre a morte do Comediante (Jeffrey Dean Morgan), seguindo a teoria de que alguém poderosos está interessado em matar os antigos heróis mascarados, postos na aposentadoria por um Richard Nixon que transformou os EUA em uma quase-ditadura, com sucessivas reeleições. Diversas subtramas menores são mostradas em paralelo, todas convergindo para um clímax gelado e imprevisível.

A opção narrativa de respeitar o vai-e-vem da novela gráfica acaba se mostrando um problema central. A técnica de intercalar diversos pontos de vista funcionava bem no gibi, mas no filme apenas contribui para roubar tensão e humanidade da história, impedindo-a de fluir naturalmente. Snyder inclui flashbacks de pelo menos seis personagens e a já citada narração em off, o que dá ao enredo o ritmo de uma viagem dentro de um carro com combustível estragado: ele arranca, anda um pouco, engasga, anda mais um pouco, o motor morre, arranca, engasga de novo, e assim sucessivamente. Apesar disso, há momentos realmente brilhantes, como a criativa montagem de abertura, ao som de “The Times They Are A-Changing”, clássico de Bob Dylan que encaixa no momento como uma luva.

Se o desenho de produção favorece o realismo, o estilo de montagem adotado por Zack Snyder, especialmente para as seqüências de ação física, segue uma veia diametralmente oposta. Esse estilo consiste em manipular o andamento da projeção, alternando momentos em câmera lenta e em alta velocidade, associado ao uso constante e radical de zoom (às vezes para frente, às vezes para trás). Esse recurso cria uma série de falsos cortes, estilizando a violência gráfica, retirando-lhe o senso de agressividade e a energia cinética, e deixando-a fria e azulada como a pele do Dr. Manhattan (Billy Crudup). Snyder também tem mão pesada para exageros visuais típicos de revistas que quadrinho, compondo cenas tão bregas quanto uma canção de Waldick Soriano. Lembra-se das aparições de Rodrigo Santoro em “300”? Pois a cena de sexo dentro da nave do Coruja consegue ser ainda mais constrangedora.

O uso do som no longa-metragem segue o mesmo estilo espetacular e hiper-real da estética visual. Viciado em jogos eletrônicos e aplicando ao trabalho um tratamento estético que muitas vezes remete a esses games, Zack Snyder explora as freqüências graves e exige o máximo dos auto-falantes, sem economizar no volume e, portanto, sem qualquer sutileza. Polêmica, também, é a decisão de alternar trechos de música orquestrados com canções populares. As músicas (“The Sound of Silence” de Simon e Garfunkel, “99 Luftbaloons” da alemã Nena) ajudam o espectador a localizar em que ponto da história do século XX a ação se encontra, e de certa forma as escolhas soam ousadas pela ausência de sucessos massivos, embora nem sempre as canções escolhidas capturem a atmosfera adequada para cada cena.

As atuações do elenco seguem o padrão irregular. São destaques naturais o Comediante (Jeffrey Dean Morgan) e Rorschach (Jackie Earle Haley), talvez mais por mérito do roteiro, que realça os aspectos ambivalentes de ambos, o que os torna mais humanos. Por outro lado, a Espectral (Malin Akerman) chama a atenção exclusivamente pela falta de expressividade, o que também se deve em parte ao texto – a garota é um dos personagens mais passivos já vistos em adaptações de quadrinhos. Merece destaque especial a versão digital de Billy Crudup (o CGI, aliás, é algo artificial). Mostrando compreender a alma do personagem, um cientista tornado semi-deus após um acidente de laboratório, o ator conta apenas com a voz para comunicar seu conflito íntimo, a perda progressiva da humanidade e no interesse pela raça humana. Nesse sentido, cabe aqui um elogio especial aos roteiristas pela alteração no final da HQ, completamente coerente com a história e com os personagens.

Embora não seja de todo ruim, é lamentável que a versão cinematográfica de “Watchmen” não chegue perto do nível de complexidade alcançado pela novela gráfica. Talvez Terry Gilliam e Darren Aronofsky, cineastas que se envolveram com o projeto e chegaram a desenvolver versões do roteiro, estivessem certos ao dizer que se tratava de uma obra infilmável. O maior problema parece ser, de fato, a quantidade descomunal de detalhes e nuances presentes na HQ. É preciso lembrar que o formato original de publicação – 12 fascículos em um ano completo – permitia que o espectador tivesse tempo para absorver tanta informação, algo impossível de acontecer em apenas duas horas e meia. Pelo visto, Zack Snyder não aprendeu a lição deixada por Peter Jackson em “O Senhor dos Anéis”. O diretor neozelandês não teve medo de deixar de lado minúcias e subtramas do livro para se concentrar nos personagens e na ação dramática, algo que parece ter ficado em segundo plano aqui.

O DVD de locação, simples, leva o selo da Paramount. O filme tem aspecto original (widescreen 2.35:1 anamórfico) e áudio em seis canais (Dolby Digital 5.1). O único extra é um pequeno featurette (16 minutos) trazendo comentários de um físico sobre a realidade do filme. Na edição dupla, o primeiro DVD aparece repetido e o segundo disco traz um documentário (29 minutos), onze featurettes que cobrem aspectos específicos da produção (35 minutos) e mais um clipe musical.

– Watchmen (EUA, 2009)
Direção: Zack Snyder
Elenco: Patrick Wilson, Jeffrey Dean Morgan, Jackie Earle Haley, Malin Akerman
Duração: 163 minutos

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25 comentários em “Watchmen

  1. Finalmente alguém com a mesma opinião que eu. Li diversas críticas e vi cada uma idolatrando o filme mais que a outra.
    O crítico citado por você realmente fez a colocação exata sobre o filme. O único personagem que é sensacional é o Rorschach. O resto, é muito sem graça… A atriz que faz a Espectral também é fraquíssima.
    No fim das contas, não consegui me importar com nenhum daqueles personagens (fora Rorscharch).

    O filme é muito longo. Parecia que fiquei quatro horas no cinema!

    Foi só eu ou alguém mais percebeu que o ator que faz o Coruja é muito parecido com Clive Owen e Javier Bardem.

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  2. Rodrigo, obrigada por ter traduzido em palavras o que eu senti vendo “Watchmen”. O roteiro tem alguns pontos positivos, como o fato de que desenvolve bem os personagens. Além disso, é inegável que o roteiro tem muito material bom a explorar, mas acredito que o longa perdeu o foco em vários momentos. Além disso, me incomodou profundamente a vontade do Zack Snyder de nos impactar sempre… À primeira vista, o resultado de “Watchmen” foi insatisfatório, pelo menos para mim.

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  3. Apesar dos problemas, gostei do filme. O som é coisa de louco, especialmente nos momentos das brigas e dos voos da Arqui. Porém, quanto ao final, fiquei decepcionado. Mesmo mantendo o espírito original, eu gostava do final com o monstrengo, que capta bem o universo dos quadrinhos e cabe numa história, que entre outras coisas, também é uma sátira.

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  4. Vou escrever essa semana um especial Watchmen no meu blog. Mas vamos lá:Amo Watchmen. Li moleque e já reli várias vezes. Fiz minha dissertação de mestrado(em memória social na área de linguística) baseada na obra. Considero(e não pq uma revista disse isso) uma das melhores obras de ficção do século XX, acho que tenho moral pra afirmar isso pq leio HQs e literatura feito louco desde pré-adolescente.
    Vi o filme ontem. Defeitos: algum exagero nas cenas de ação e um ou outro detalhe; mudança de falas de lugar. Qualidades: coragem de colocar censura 18 anos e fazer um filme sério de HQS(como watchmen merecia), acredito ser o filme mais anti-comercial(dentro do possível em Hollywoody, lógico) já feito sobre super-heróis na história. Só por isso já dou parabéns ao Zack. Além disso o filme, bem ou mal, conseguiu reunir a obra e realizar uma narrativa coerente, algo até então impensável, o próprio diretor admitiu que seu filme é uma introdução à Graphic-novel. Seria quase impossível colocar tanta informação, tantos detalhes em um filme. Mas acho que ele fez o melhor possível. por essa coragem em adpatar Watchmen de forma séria e respeitosa dou 10 ao filme. Mesmo com seus poucos defeitos. tenho quase certeza que o filme não fará grande sucesso assim como Blade Runner na época. Ele não é o que o público leigo acha que é quando comprar o ingresso. Mas ontem fiz algo impenssável na vida: sentar em um cinema pra ver a adaptação do inadaptável, de uma obra que mudou minha vida(um coroa no meu lado no cinema disse a mesma coisa, ele leu Watchmen há 20 anos). E olha que sempre fui contra em adptá-la. Já a modificaçao sutil do final até gostei mas acho que pode distorcer um pouco a mensagem original…..
    Detalhe: achei a cena de abertura ao som de Bob Dylan fenomenal. E gostei do elenco. E concordo com vc que a cena da transa do coruja ficou meio estranha mas ao mesmo tempo hiper-erótica, a atraiz que faz a Sally é muito gata….

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  5. Eu não vi problemas no final. Mas essa semana li uma resenha no AintItCoolNews em que a crítica falou algo em interessante em relação ao mesmo.

    /* spoiler */
    Ela disse que colocando a culpa em um em um cidadão americano que foi transformado em uma arma em um acidente dentro de um laboratório americano acaba colocando a culpa toda na América depois do ocorrido. Nisso não tendo todo mundo se “abraçando em paz”.
    /* spoiler */

    Me fez pensar, achei bem interessante isso. O que vocês acham?

    A crítica toda está aqui:
    http://www.aintitcool.com/node/40339

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  6. De fato o filme sofre com todos estes problemas, por-ém como o Robson falou, o diretor merece 10 por ter sido fiel aos quadrinhos e por não desrespeitar a inteligência do público com soluções faceis. O problema do rítmo é visível mas mesmo assim consegui apreciar bastante o filme me surpreendeu positivamente.

    P.S – A cena da coruja e espectral é relmente muito brega.

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  7. Isso mesmo Saulo. Disse tudo. A mudança do final remete pra algo da Terra, a culpa das mortes de uma forma ou de outra não fica sendo externa ao nosso planeta. Seria uma culpa de um ser/cidadão norte-americano. Na história original o ser que mata milhões é alienígena, exterior ao nosso planeta, por isso a paz mundial acontece. Por essas e outras que o Moore tira o nome dos filmes……como eu disse até gosteio do final mas que pode mudar a mensagem original isso pode…..

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  8. Rodrigo, o link é: http://blogquadrosemmovimento.blogspot.com/

    Porém, estou com extrema vergonha de passar o link heheheheheh, Ainda não atualizei ele esse ano. Estou completamente sem tempo (é mudança de emprego, pesquisa, etc.). Mas por Watchmen, vou arrumar tempo ainda essa semana (Juro) pro meu especial. Já tenho algumas coisas prontas. O problema é que no meu emprego antigo eu tinha mais tempo pra postar, agora esse tempo já era e meu computador de casa não tá muito legal. Mas o blog tá lá. Vc e todo mundo serão sempre bem-vindos.

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  9. Rodrigo,
    Possa ser que não faça seu estilo, mas vai ter cabine de imprensa para “O dia dos namorados macabro”?
    Estou querendo ir assistir no 3D. Pois segundo o Rotten Tomatoes, a aprovação dele foi de 60%, chegando a bater até “Operação Valkyria”.

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  10. Não recebi nenhum aviso de cabine deste filme, Pedro. Acho que não. De fato não é o tipo de filme que eu pagaria pra ver, mas iria sem problemas se a cabine ocorresse numa manhã livre (agora, cá entre nós, bater “Operação Valquíria” não chega a ser um grande elogio…)

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  11. Assisti o filme ontem.Conhecia essa mitologia Watchmen mas nunca li a HQ.Na minha opinião , talvez tivesse sido melhor dividir o filme em duas ou três partes.Daria para dar mais enfâse ao passado dos personagens,explorar os diferentes pontos de vista e não ficaria tão cansativo quanto foi.

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  12. Parabens…vc traduziu em palavras exatamente o que pensei ao assistir Watchmen…eu também li a HQ há 20 anos atrás e sempre a cada releitura percebo um detalhe diferente…acho a história simplesmente sensacional…e o que sempre me fascinou nela são os diversos momentos da narrativa que me emocionaram profundamente…confiando na boa fé do diretor..e na fidelidade à obra original resolvi ver o filme. Pra minha decepção..apesar da abertura perfeita (que realmente acrescenta algo que não havia no original) e da beleza estética de figurinos,cenários e caracterizações…minha maior decepção se deu justamente pela frieza das atuações e da condução da história nos momentos cruciais da HQ. Nunca havia pensado na idéia de dividir a historia em 2 ou 3 filmes…mas talvez fosse a soluçao ideal para um maior aprofundamento nos dramas pessoais de cada personagem….apesar de desde já duvidar da competência do diretor na direção dramática de seus atores…

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  13. Olá, Rodrigo, tudo bem? Gostar ou não de Watchmen, talvez não seja a questão. O importante é que a essência da história original está lá: o psicopata ( o comediante cuja interpretação no tom certo de Jeffrey Dean Morgan, mais conhecido no Brasil pelo seriado Sobrenatural me surpreendeu ) tranformado em herói pelo governo americano, a ameaça nuclear e suas consequências ( representada no filme pelo Dr. Manhatan) que ainda hoje é um mal que assombra o mundo moderno, a violência brutal desse mesmo mundo, que exerce uma repulsa e uma atração em Rosharsh ( muito bem interpretado por Jackie Earle Haley). No entanto, como toda a adaptação o filme tem alguns problemas. Dentre eles, destaca-se a escolha inapropriada de Malin Akiman. Apesar de muito bonita, a moça deixa a desejar, principalmente nas cenas em que tem que demonstrar alguma emoção. Também quanto ao ritmo, o filme em determinados momentos parece resumir demais alguns acontecimentos importantes da Hq. Principalmente, na parte final, no qual o desfecho ocorre sem muitas explicações e de forma rápida. Em suma depois de analisar as qualidades e também os defeitos, o resultado é positivo, e Watchemen dentre outras adaptações dos quadrinhos para o cinema, não faz feio. Talvez com o lançamento em DvD, o filme ganhe o reconhecimento que merece: o de cult-movie.

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  14. Alessandro, concordo com vc, esse filme ainda vai virar cultmovie (pra mim já é). Sobre o DVD li que o filme vai sair com a versão original do diretor de quase 4 horas (e que ele queria lançar no cinema mas ó estúdio não permitiu logicamente). Aí, possivelmente, a história fique com muito mais sentido e com menos furos pra quem não leu a HQ.
    Alguém sabe se a bilheteria custeou pelo menos os gastos?????????

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  15. exelentes observações na crítica… mas concordo com o ponto d vista d alguns leitores d que esse é o tipo d filme q melhora com o tempo, e vai virar cult! e meu, essa sacada da mudança no final faz muito sentido!

    com relação ao custo, o filme foi orçado em cerca de 150 mi de dolares e nos EUA não se pagou pois arrecadou infimos 105 mi… mas mundialmente deve ter conseguido.

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  16. pela primeira vez vou discordar do rodrigo por quem eu tenho grande respeito e admiracao.fui grande leitor de HQ quando guri, (bill dinamite ,mandrake,tarzan,fantasma, kid colt,rock lane,zorro,homen submarino,super homem ,capitao america ,roy rogers,bill eliot,marvel e nao sei mais o que , ja que faz tanto tempo pois sou de 1949, mas esse tal de watchmen nunca ouvi falar,nao tem importancia,mesmo porque larquei os gibis na metade dos anos 60.)bom, o que quero dizer e que achei watchen um filmaco e que concordo com o robson santos costa que pelo entendi o homem manja do assunto.e como falou o alessandro vai virar um cult-movie alias ja e.rodrigo acho que tu foi muito duro com a analise do filme(quem sou eu falar desse monstro da critica e meu guru) mas e que o filme me fascinou em tudo e nao tenho medo de dizer que e uma obra prima(agora o rodrigo me mata e corta os pulsos).fico por aqui um abracao p/ o rodrigo. sander..

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