Videocast: Crítica de cinema

Qual a importância da crítica de cinema dentro das universidades? O pessoal do programa semanal Plano Aberto (exibido aos sábados, às 11h, na TV Clube) me fez essa pergunta para um quadro chamado Catatau de Idéias. Eu tinha que responder em um minuto. Embora tenha extrapolado um pouco essa duração, a resposta saiu e foi veiculada no programa do dia 4 de julho. O vídeo pode ser visto logo abaixo.

8 comentários em “Videocast: Crítica de cinema

  1. Oi Rodrigo,

    Legal , viu! Mas como você acha que esse debate/fórum se realiza no cotidiano da universidade? Na sala de aula? No departamento? Nos intervalos? Em cada um desses?… Você percebe alguma mobilização para que esse debate crítico seja “sistemático”? Você acha que deveria ser?
    Puxa… perguntas demais, né?

    Abraço,
    Celly.

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  2. Eu acho que a resposta pra sua pergunta de múltiplas escolhas seria algo como “todas acima, e algumas outras”. 🙂 Na verdade, entendo como debate crítico todo tipo de discussão/troca de idéias sobre a vida cultural da sociedade. Então, uma aula de Cinema é um debate crítico. Um almoço com os amigos também. Uma conversa no corredor. E por aí vai… Acho que o debate na universidade é sistemático, o que falta é tentar ampliar mais essa interface com a sociedade. Porque às vezes eu sinto que o conhecimento que esses debates geram fica restrito à própria universidade, e não deveria ser assim.

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  3. Vi somente hj esta sua aparição televisiva, Rodrigo. Sintética mas abrangente. Gostei ! Aproveito para reiterar uma queixa que já lhe havia apresentado pessoalmente. Também acho que os debates ocorridos na universidade são muito produtivos para ficar tão restritos a uns poucos. Iniciativas como as já acontecidas na UFPE, por exemplo, como exibição de filme seguida de debate com o próprio realizador, atrairiam muito mais gente se em lugar de acontecerem no final da tarde ocorressem no início da noite. Sei que para isso seria necessário mexer em uma estrutura burocrática meio engessada. Mas a nós, do time dos “de fora”, só nos resta o “jus esperniandi” (rsrsrs). Grande abraço !

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  4. Essa questão é muito complexa, Andrea. São tantas as variáveis que interferem nesse problema… eu acho que a universidade poderia tentar fazer um esforço extra, sim, mas também acho que faz parte da cultura do brasileiro (não é o seu caso, mas a maioria das pessoas tem esse problema, sim) relegar o estudo/reciclagem a segundo plano. O raciocínio normal é mais ou menos assim: “se eu tiver tempo livre, vou”. Mas na verdade, é também uma questão de prioridades. Enfim, tem pano pra manga aí.

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